segunda-feira, 27 de abril de 2009

É verdade!

Parlamentar cubano reage a proposta do Brasil
Seg, 27 Abr, 03h48
HAVANA (AFP) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) é um "cadáver" incapaz de salvar a economia mundial da crise, afirmou nesta segunda-feira um alto dirigente do Parlamento de Cuba, dois dias depois de o Brasil ter pedido a incorporação da ilha ao organismo.
Em um artigo publicado no jornal oficial Granma, o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Parlamento, Osvaldo Martínez, classificou como uma "tentativa de ressuscitar um cadáver", o "papel central" que a Cúpula do G-20 de Londres deu ao FMI, classificado como "maior símbolo" da política neoliberal.
"É a tentativa de ressuscitar um cadáver. Não é qualquer cadáver, e sim o pior deles. É insensato triplicar os recursos administrados pelo FMI e tornar esta desprestigiada instituição o centro executor de um suposto plano concertado entre os grandes da globalização para retirar a economia mundial da crise", ressaltou.
O deputado destacou que o FMI, o Banco Mundial (Bird) e a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) não "foram capazes de prever a crise que era já iminente e evidente".
Martínez não se refere em seu artigo ao pedido feito no final de semana pelo ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, para que Cuba seja admitida no Bird e no FMI, fazendo coro com as reivindicações da América Latina para que a ilha seja reincorporada ao sistema interamericano.
"Nada mudou em essência no FMI, mais conhecido por seus erros grosseiros de política e por sua ideologia reacionária", destacou o parlamentar.
Cuba saiu do FMI em 1964 por considerar que o organismo é uma ferramenta do capitalismo dos Estados Unidos, principal acionista do fundo.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Fidel não perde uma...

Fidel diz que Obama foi "evasivo" sobre embargo

Ter, 21 Abr, 09h12

O líder cubano, Fidel Castro, voltou a pedir que os EUA levantem o embargo imposto à ilha há quase cinquenta anos. Logo após o encerramento da 5ª Cúpula das Américas, realizada em Trinidad e Tobago no fim de semana, Fidel publicou mais um de seus artigos comentando o encontro.

No texto, o cubano afirmou que o presidente americano, Barack Obama, é "muito inteligente", mas lamentou o fato de ele ter sido "evasivo" ao responder perguntas sobre o embargo durante a entrevista coletiva que concedeu após a reunião. Além disso, Fidel não fez nenhuma menção aos pedidos do líder americano para que Havana liberte os prisioneiros políticos ou realize uma abertura política no país.

"(Obama) foi áspero e evasivo com relação ao bloqueio", escreveu o cubano. "Desejo recordar um princípio ético elementar relacionado com Cuba: qualquer injustiça, qualquer crime, em qualquer época, não tem desculpa para perdurar; o cruel bloqueio contra o povo cubano custa vidas e sofrimento."

Obama reconheceu que a política de embargo contra a ilha havia fracassado, mas disse que esperava que Cuba libertasse presos políticos em um gesto de boa vontade para avançar no progresso das relações com os EUA. Na véspera da cúpula, Obama levantou algumas restrições impostas à ilha, como a cota de remessas enviadas ao país por cubano-americanos e o limite de viagens realizadas para Cuba.

Fidel, entretanto, não comentou em seu artigo a oferta feita na quinta-feira por seu irmão Raúl, que disse estar disposto a discutir "todos os temas" com os EUA - entre eles, a questão dos direitos humanos e da liberdade de imprensa na ilha. O líder cubano ainda afirmou que Obama reconheceu os programas de assistência implementados pelo governo cubano na região - como o envio de médicos a países da América Latina e do Caribe. No entanto, ele deixou claro que esses projetos fazem parte da "tradição" da Revolução Cubana e não são feitos para "ganhar influência".

sexta-feira, 20 de março de 2009

YouTube - diaries

YouTube - diaries:
DIÁRIOS DE MOTOCICLETA - LEGENDAS EM PORTUGUÊS
Trecho do filme 'Diários de Motocicleta', em que Che Guevara fala de uma América Unida. Com imagens de Che.

YouTube - eduardo galeano entrevista

YouTube - eduardo galeano entrevista

terça-feira, 17 de março de 2009

NADA MUDOU...

Governo de Obama multa empresas por vínculos com Havana

APESAR das múltiplas pressões para que sejam revisadas as práticas comerciais de bloqueio, mantidas há meio século contra Cuba, a agência norte-americana encarregada de acossar os fornecedores da Ilha acaba de penalizar com uma multa de US$20.950 à companhia Lactalis USA, filial estadunidense do gigante francês Lactalis.

O Escritório de Controle de Bens Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro impôs a sanção à empresa de queijos e produtos lácteos, por descumprir as regulamentações do bloqueio ao "fazer transferências financeiras eletrônicas nas que Cuba ou um cidadão cubano tinha interesse" entre fevereiro de 2004 e março de 2007, informou a imprensa de Miami.

Trata-se da primeira sanção imposta pelo Departamento do Tesouro a uma entidade por seus vínculos com a nação caribenha, desde que assumiu a Casa Branca o presidente Barack Obama, com o que ratifica a política de bloqueio à maior das Antilhas.

Em 16 de janeiro último a OFAC decretou "clarificações legais", que impuseram regras ainda mais rigorosas sobre as viagens a Cuba e que afetam desde então as empresas norte-americanas de voos charters e as agências de viagens, e de remessas.

As medidas anunciadas a quatro dias da toma de posse do atual mandatário norte-americano foram naquele momento interpretadas como resultado da resistência de funcionários "bushistas" recalcitrantes, inconformados com a chegada de uma nova administração.

A OFAC é apenas um elemento do enorme mecanismo de agressão desenvolvido contra Havana pelas sucessivas administrações norte-americanas. Graças a esta agência, o Departamento do Tesouro espia aos cidadãos norte-americanos e estrangeiros que ousem manter relações com Cuba. Há anos dedica anualmente milhões de dólares e grande parte de seu pessoal a espiar, detectar e punir indivíduos, empresas e organismos. (JGA)

Vitória da FMLN em El Salvador

Vitória da FMLN em El Salvador

• SAN SALVADOR .— A Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FLMN) ganhou as eleições presidenciais de El Salvador com 51,3% dos votos, segundo o escrutínio de 90,4% das atas eleitorais, em uma tendência que se considera irreversível, segundo informou a agência ANSA.

Mauricio FunesDe imediato, os seguidores da FMLN começaram a sair para as ruas de San Salvador para comemorar o triunfo do candidato Mauricio Funes, de 49 anos, que assumirá o poder em 1º de junho próximo. O seu contrário Rodrigo Ávila, do partido Aliança Republicana Nacionalista (Arena), obteve 48,7%n dos votos, informou o Supremo Tribunal Eleitoral (TSE).

Os simpatizantes da FMLN ondeavam as bandeiras vermelhas que identificam este partido, fundado em 1992 após a assinatura dos acordos de paz de Chapultepec, com os quais se pôs fim à guerra civil que este país viveu entre 1980 e 1992.

O anúncio dos resultados teve lugar depois de uma jornada de votações, que segundo os observadores e as autoridades, decorreu sem incidentes. "Tivemos um processo eleitoral transparente, tranquilo, pacífico e com maioria de participação", declarou o presidente do TSE, Walter Araujo, em uma mensagem ao país, no fechamento dos colégios.

O jornal La Prensa Gráfica afirmou que 60% dos 4,2 milhões de eleitores inscritos foram votar, 6% mais que nas eleições legislativas e municipais de 18 de janeiro.

"De maneira humilde e emocionada desejo agradecer a todos os que votaram por mim, a todos os que escolheram o caminho das mudanças", expressou Funes ao proclamar sua vitória. (SE) •

Venezuela responde à altura

Venezuela responde à altura a ataque da Sociedade Interamericana de Imprensa

Março 17, 2009

O ministro das Comunicações da Venezuela, Jesse Chacón, respondeu com precisão à desfaçatez da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), uma organização de direita que atacou as democracias progressistas da América Latina — que não apóiam a ditadura da mídia privada.

Ele afirmou que as informações apresentadas pela SIP “não devem causar estranhamento a nenhum governo progressista que surge na América Latina”.

“Existem muitos (proprietários da mídia) que mantiveram estreitas relações com governos como a ditadura do Chile”, acrescentou.

E no Brasil também. E na Argentina Também, E no Paraguai também. E etc.